Conferência | Arquétipos Femininos e a sua expressão no mundo de hoje 08 Mar | 19h30

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  • O psiquiatra suíço Carl G. Jung abriu a visão da dimensão psíquica do Ser Humano à conceção dos arquétipos, modelos ancestrais que permitem compreender e dar significado mais penetrante às posturas, atitudes, decisões e opções do Homem no dia-a-dia.

    Em meados do século XX, os movimentos feministas mais ou menos moderados, com enfoque nos EUA e que, em poucos anos, despertaram a Europa para uma nova luta igualitária, vão dar à luz uma série de trabalhos sobre os Mistérios Femininos. Com eles anseia-se resgatar o valor antigo da mulher, bebendo na simbólica à Deusa-Mãe. Paralelamente surge o trabalho de Jean Shinoda Bolen que, ao desenvolver o de Jung, o expande para o âmbito feminino encontrando correspondências realmente marcantes e atemporais entre a biografia de algumas deusas greco-romanas e a atitude feminina ao longo do tempo alcançando os nossos dias sem exceção.

    Com estas publicações redescobrem-se aspetos muito ricos da interioridade feminidade devolvendo-lhe um valor próprio e incomparável.

    Sobre ele vamos falar nesta sessão. Na qual terão lugar também interlúdios musicais ao piano por Tânia Braukamper, interprete e compositora.

    Informações:
    Entrada Livre
    Palácio dos Aciprestes